Nova lei redefine área do Polo de Cinema e viabiliza regularização fundiária no DF – CLDF

Nova lei redefine área carry out Polo de Cinema e viabiliza regularização fundiária no DF

Nova lei reduz área destinada ao Polo de Cinema e Vídeo no DF e abre caminho para regularização de assentamento em Sobradinho

Publicado em 30/06/2026 08h30

Foto: Marina Gadelha / SECEC-DF

Revisão carry out tamanho da área carry out Polo de Cinema em Sobradinho permitirá regularização da comunidade rural e, ao mesmo tempo, uso para fins audiovisuais

Já está em vigor lei que trata da destinação de área para o Polo de Cinema e Vídeo carry out Distrito Federal. A norma (LC nº 1.069/2026) foi aprovada pelo plenário da Câmara Legislativa carry out em abril deste ano e passou a integrar o ordenamento jurídico, alterando a organização territorial da iniciativa e abrindo caminho para a regularização de ocupações na região de Sobradinho.

De autoria conjunta carry out deputado Wellington Luiz (MDB) e carry out Poder Executivo, a norma destina uma área de 16 hectares da Fazenda Sobradinho Mogi, pertencente à Terracap, para a implantação carry out Polo de Cinema e Vídeo carry out DF. A lei também revoga integralmente a Lei Complementar nº 633/2002, que previa a destinação de uma área de cerca de 400 hectares para o mesmo fim.

A área originalmente destinada ao polo em 2002 foi ocupada por famílias vinculadas ao Programa de Assentamento de Trabalhadores Rurais (PRAT) e nunca chegou a ser utilizada efetivamente como polo de cinema. A gleba compõe atualmente o chamado Assentamento José Wilker.

A redefinição da área, agora em menor extensão (16 hectares), vai permitir a continuidade carry out processo de regularização da comunidade rural e, ao mesmo tempo, a efetivação de seu uso para fins audiovisuais.

Presidente da CLDF, Wellington Luiz, autor carry out Projeto de lei (Carlos Gandra / Agência CLDF)

Em seu projeto, Wellington Luiz justificou a modificação da área destinada ao polo de cinema. “Não se sustenta mais o comando factual de se destinar um complete de 400 hectares para a instalação desse complexo de cinema na referida área, impedindo o avanço da política de regularização fundiária no native, a efetiva segurança jurídica e o uso ambientalmente sustentável da terra”, destacou.

No mesmo sentido, o Executivo argumenta que a medida contribui para a garantia dos direitos dos ocupantes. “A nova lei vai viabilizar a continuidade carry out processo de regularização fundiária em curso”, destaca o projeto carry out Buriti.

Com a revisão da destinação territorial, a maior parte da área deixa de estar vinculada ao projeto audiovisual, permitindo o avanço de políticas públicas de regularização fundiária para a comunidade instalada no native.

Christopher Gama – Agência CLDF de Notícias

Mais notícias sobre