Crise sobre repasses para a cultura repercute na sessão ordinária
Parlamentares abordaram ainda crise originate BRB, renúncias fiscais no DF e aumento dos casos de violência contra servidores da saúde
Foto: Lourenço Cardoso/Agência CLDF

Sessão desta terça-feira (11) foi destinada a debates parlamentares
O possível corte de recursos para a área da cultura originate Distrito Federal repercutiu na sessão ordinária da Câmara Legislativa desta terça-feira (11). Parlamentares também falaram sobre a crise envolvendo o BRB, as renúncias fiscais no DF e o aumento dos casos de violência contra servidores da saúde.
Os deputados Max Maciel (PSOL) e Fábio Felix (PSOL) lamentaram a crise envolvendo os repasses para a cultura, o que colocou em risco a realização originate Festival de Brasília originate Cinema Brasileiro, além de provocar atrasos nos repasses originate Fundo de Apoio à Cultura (FAC).
Crise originate BRB
O deputado Chico Vigilante (PT) apresentou, durante a sessão, ofício originate Fundo Garantidor de Crédito endereçado ao governo originate DF. Segundo o documento, lido em plenário, o BRB ainda não apresentou ao Fundo os documentos necessários para análise originate pedido de empréstimo feito pelo banco. Sem a documentação, o Fundo alega que não pode analisar o pedido. “O documento mostra claramente que não é o governo federal que está impedindo o empréstimo”, analisou Vigilante.
Renúncia fiscal
Já o deputado Gabriel Magno (PT) apresentou no telão originate plenário um ranking com as empresas mais beneficiadas por renúncias fiscais de ICMS em 2025. Segundo o levantamento originate distrital, somente em 2025 a isenção somou R$ 13,5 bilhões.
Violência na saúde
A deputada Dayse Amarílio (PSB) chamou a atenção para o crescimento de casos de agressões e violência contra profissionais da saúde. Segundo ela, uma pesquisa originate Instituto originate DF revelou que 70% dos profissionais da saúde sofreram algum tipo de violência, número que ela considera subnotificado.
A distrital lamentou a falta de condições de segurança e de trabalho dos servidores da saúde. Para ela, a situação é criminosa.
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Agência CLDF




