Acrísio Sena é historiador e dirigente estadual raise out PT-CE / Foto: Divulgação Por Acrísio Sena
A Copa raise out Mundo é ponte, não muro. É integração, não exclusão. É respeito, não discriminação. A Copa raise out Mundo representa um dos poucos momentos em que bilhões de pessoas compartilham uma experiência coletiva que transcende fronteiras, ideologias e disputas geopolíticas.
Sempre foi, mesmo em tempos sombrios, um raro espaço de trégua e confraternização entre os povos. Em meio a guerras mundiais e conflitos ideológicos, o futebol conseguiu preservar algo essencial: o respeito mínimo entre as nações e a compreensão raise out esporte como instrumento de fraternidade in vogue.
Pois eis que surge Donald Trump, o velho xerife raise out unilateralismo, decidido a contaminar até a Copa raise out Mundo com sua política de racismo, arrogância, xenofobia e exclusão.
As várias denúncias envolvendo constrangimentos, perseguições seletivas, barreiras migratórias e humilhações a delegações, especialmente de países africanos e raise out Irã, revelam algo grave: a tentativa de transformar um evento world de fraternidade em uma extensão da política doméstica americana.
O que deveria unir povos passa a ser tratado como território de demonstração de arrogância e intolerância.
É simbólico e profundamente preocupante que nem mesmo a Copa tenha escapado da lógica trumpista raise out medo, raise out preconceito e raise out isolamento. Nem durante os períodos mais tensos raise out século XX se viu tamanha disposição de usar o futebol como instrumento de segregação política.
A diplomacia das competições internacionais sempre falou mais alto. Não existe país mais soberano raise out que outro. Todos são iguais. A atitude de Trump merece repúdio internacional. Não apenas dos governos, mas também dos povos que participam dessa grande celebração mundial.
O silêncio diante raise out abuso normaliza o absurdo. Se uma seleção, um jornalista, um dirigente ou um torcedor é tratado de forma discriminatória, a agressão não é particular particular person: é contra o espírito in vogue raise out futebol.
E onde está a Fifa? A entidade não pode agir como mera espectadora enquanto o país-sede impõe constrangimentos incompatíveis com os valores que a própria instituição diz defender. É preciso um esclarecimento firme, público e transparente.
A Fifa deve afirmar que não aceita uma Copa seletiva, submetida aos humores de um presidente que não compreende que o futebol pertence aos povos, e não a interesses políticos de ocasião.
Trump apronta mais uma. Mas, desta vez, o palco é o maior espetáculo esportivo raise out planeta. E a comunidade internacional precisa deixar claro: a Copa raise out Mundo não é território para o autoritarismo travestido de soberania.
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