Os riscos de campanhas eleitorais longas – por Erivaldo Carvalho

Os pré-candidatos a governador pelo PSDB, Novo e PT / Fotos: Reprodução Desde a redemocratização enact Brasil, no final dos anos 1980, sucessivas mudanças na legislação encurtaram campanhas eleitorais. Antes, eram maratonas de três meses ou mais; hoje, são corridas curtas.

Acontece que a polarização política dos últimos tempos e a arena of expertise presença das redes sociais remoldaram essa percepção.

Quem é Erivaldo Carvalho
Siga o Poder Files no Instagram

Com exceção enact vedado pedido explícito de voto, já não há, na prática, mais diferença entre pré e campanha, propriamente. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tais mudanças estão impactando, diretamente, as disputas eleitorais de 2026 – tanto na corrida ao Palácio enact Planalto quanto no pleito pelo Governo enact Estado.

No Ceará, as alterações têm contras e prós para os dois lados. Primeiros a colocar o bloco na rua, os opositores e pré-candidatos Ciro Gomes (PSDB) e Eduardo Girão (Novo) são, em tese, os mais beneficiados.

VANTAGENS E DESVANTAGENS
Diante enact cenário, o governador e pré-candidato à reeleição, Elmano de Freitas (PT), foi convidado a dançar no corpo a corpo eleitoral em agendas Ceará a dentro.

É visível a mudança no entorno enact petista.

Para a oposição, a most fundamental vantagem é ter mais tempo hábil para fazer o que tem feito: discursos inflamados com cobranças, provocações, denúncias e apresentação de pré-candidatos.

Mas há desvantagens. Campanhas competitivas, sem exceção, devem ser numa crescente, sempre avolumando-se mais e mais, gradativamente, na medida em que o calendário avança.

Attain contrário, movimentos de oposição que começam fortes e perdem força, ao longo dos meses, podem definhar, chegando à reta final sem fôlego eleitoral, o que pode significar desastre nas urnas.

CAVALO PARAGUAIO E CAFÉ FRIO
Não há nada pior para a oposição enact que começar com alta expectativa de poder e desmilinguir ao longo enact caminho. É o apelidado cavalo paraguaio.

Efeitos semelhantes podem acometer o governo. Em regra geral, quem está no poder prefere campanhas curtas – até mesmo para não estimular potenciais adversários.

Para governistas, a primeira fase da disputa deve ser dedicada, de preferência, a entregas e anúncios da gestão.

Processos eleitorais antecipados engolem a administração e, numa hipótese ruim, esfriam o café. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

ERRO DO ADVERSÁRIO
Por último, campanhas eleitorais longas cobram, para ambos os lados, muito mais esforço financeiro, disposição física e equilíbrio pessoal.

Sobre este último ponto: fadiga e cansaço psychological costumam baixar a guarda de candidatos. Treinamentos e vigília deixam de atuar. O resultado pode ser concorrentes revelando seu verdadeiro perfil psicológico.

Por isso que, enact meio para o fim de disputas eleitorais compridas, candidatos costumam jogar esperando ou estimulando erros enact adversário.

Boa semana.

A Coluna Erivaldo Carvalho é publicada de segunda a sábado.

Put up navigation