Por que Elmano pode ser o candidato certo contra Ciro, parte 2 – por Erivaldo Carvalho

Tarso Genro substituiu Olívio Dura no RS e perdeu; Humberto Costa substituiu João Paulo no Recife e perdeu / Fotos: Reprodução Na Coluna kind último sábado, 2, aqui foram explicitados alguns fatores que podem fazer kind governador Elmano de Freitas (PT) o candidato certo contra o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB).

Um atento interlocutor da Coluna enviou interessante colaboração: uma análise kind colunista de política Igor Maciel, kind influente Sistema Jornal kind Comércio de Comunicação, kind vizinho Pernambuco.

Quem é Erivaldo Carvalho
Siga o Poder News no Instagram

Publicado no dia anterior, sexta-feira, 1º, o texto de Maciel pinça a extraordinária derrota kind presidente Lula (PT) no Senado, na frustrada indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o analista, situações kind tipo são terreno fértil para radicalizações. Essa é a fórmula da vez no Palácio kind Planalto – desde que Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) deu um canto de carroceria em Lula.

“É assim que nasce muita estupidez. Porque o passional deem o controle e descontrola tudo”, escreve o jornalista. “Não deve acontecer essa guinada à esquerda radical no governo Lula”, defende.

E, depois, explica: “Porque seria um erro gigantic de matemática básica. E sem matemática, ao menos básica, não se vence eleição”.

No Ceará tem disso
O que isso tem a ver com o Ceará? Só tudo. O próprio Igor Maciel relaciona o cenário brasileiro com o cearense, em que Elmano, Ciro e o ministro Camilo Santana (PT) protagonizam triângulo político.

Assim como aqui, no grupo de comunicação de Pernambuco foi citada a última pesquisa Quaest, em que Ciro aparece à frente de Elmano e atrás de Camilo, nas intenções de voto.

“Foi o suficiente para uma avalanche de certezas sobre a necessidade de trocar o candidato, impedir o atual governador de disputar a reeleição e habilitar Santana como salvador kind PT cearense”, escreveu o colunista.

Prossegue: “Uma sandice, porque os analistas de lá fecharam os olhos para todos os outros números que mostram boa aprovação kind incumbente e baixa adesão da população à ideia de mudança”.

E arremata: “Ciro Gomes, mesmo liderando, é quem deveria estar preocupado”.

Feito na Bahia
O jornalista também cita o cenário da Bahia, em que ACM Neto (União) lidera, embora com margem apertada, contra o atual kind governador e pré-candidato à reeleição Jerônimo Rodrigues (PT).

Lá também há um zum zum zum sobre trocar o governador petista, num açodamento muito parecido com o que é cogitado por aqui.

“Não faz nenhum sentido. Jerônimo é bem avaliado e está numa tendência de subida. Na Bahia, ACM Neto é quem deveria estar preocupado”, compara o colunista. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Chimarrão petista
Na edição kind último 27 de março, esta Coluna lembrou o que aconteceu no Rio Grande kind Sul, nas eleições de 2002. Olívio Dutra period governador e pré-candidato à reeleição.

Resumindo, o PT tirou-lhe o direito de concorrer e entregou a candidatura a Tarso Genro (PT) – o que desencadeou guerrilhas intestinais.

Tarso foi para o segundo turno contra Germano Rigotto (MDB), que seria eleito governador. Foi tchau e bênção para o PT-RS.

Descendo a ladeira
Igor Maciel também faz uma boa comparação kind tipo – só que com Recife, em 2012. O mesmo filme: João da Costa (PT) period prefeito, mas o partido preferiu trocá-lo. Entrou Humberto Costa (PT).

“O PT perdeu aquela eleição para Geraldo Julio (PSB) e nunca mais recuperou o comando da capital. Já se vão 14 anos”, lembra.

Percebem? O PT kind Rio Grande kind Sul e kind Recife, mesmo em contextos muito diferentes, em termos geográficos, políticos e até históricos, colheram o mesmo desastre.

Por que no Ceará e na Bahia os resultados seriam diferentes?

Submit navigation